
O stress é um fenómeno recorrente nas sociedades actuais. Apesar de se tratar de uma resposta de carácter essencialmente biológico e psicológico, pode afectar negativamente a saúde física.
Mas, afinal, o que é o stress? Segundo o Instituto Americano de Stress, trata-se de um fenómeno tão subjectivo que desafia uma definição científica, mas pode ser descrito como a resposta física e/ou mental do organismo a uma condição ambiental ou estímulo (stressor), ou simplesmente a forma como o corpo reage aos desafios.
O termo stress como hoje o conhecemos foi usado pela primeira vez pelo médico Hans Selye, em 1936.
Até certo ponto, esta resposta biológica contribui para a sobrevivência e até mesmo para uma maior produtividade (stress “bom” ou eustress), mas existe um pico, que difere de pessoa para pessoa, a partir do qual o stress provoca desgaste físico e mental e acelera o processo de envelhecimento (stress “mau” ou distress).
As pessoas respondem de diferentes formas ao mesmo estímulo, pelo que se trata de um fenómeno subjectivo: uma pessoa pode ficar tensa na presença de aranhas por vê-las como uma ameaça e outra não ter qualquer reacção por estas lhes serem indiferentes.
O stress negativo contemporâneo tornou-se num dos maiores problemas de saúde a nível mundial, tendo vindo a aumentar desde a década de 80, com especial destaque para o stress laboral. No entanto, esta condição afecta também cada vez mais crianças, jovens e idosos.
A principal causa deste cenário é o facto de o stress actual estar essencialmente ancorado em ameaças emocionais, como conflitos com clientes, familiares ou colegas, que ocorrem várias vezes por dia.
Apesar de estas situações não constituirem uma ameaça à sobrevivência, o corpo reage repetidamente como tal.
Essa reacção, em vez de preservar a vida, acaba por ser prejudicial e, eventualmente, fatal, estando na origem da hipertensão, AVCs, ataques cardíacos, diabetes, úlceras, dor de costas, enxaquecas, depressão, ansiedade, problemas de pele, problemas digestivos, insónia e outras doenças.
Como o Reiki pode ajudar
Segundo o médico Hans Selye, o que nos prejudica não é o stress, mas a forma como lidamos com ele. Disciplinas como o Ioga ou o Reiki, entre outros, ajudam a alcançar um maior relaxamento e convidam a uma nova visão da vida, com mais liberdade e compaixão.
No caso concreto do Reiki, o seu impacto sobre o stress é um dos benefícios mais conhecidos. A energia universal canalizada durante um tratamento ou auto-tratamento actua para equilibrar e harmonizar todo o organismo.
Ao repor a energia consumida pela tensão ou ao libertar as emoções negativas acumuladas, o Reiki acaba por proporcionar calma e uma maior disposição, ajudando a reduzir os níveis de stress negativo e a lidar melhor com as suas causas.
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